segunda-feira, 19 de maio de 2014

UM DIA NO CIRCO

Uma ótima pedida para esse mês é levar as crianças ao circo!!!


O circo Maximus está temporariamente no estacionamento do Shop Taboão, uma ótima ideia aos professores  que querem fazer uma aula passeio, levar as crianças para assistir a um espetáculo sem dúvida os deixariam radiantes.
Ir ao circo com os alunos pode abrir um leque de opções para se trabalhar ótimos temas como literatura, cultura, história,matemática, artes, educação física, entre outros em sala de aula, sem contar a incrível e alegre experiência que fica para as crianças contar depois.
                                                        Vale conferir!!!!

http://www.circomaximus.com.br/



       Circo Maximus

Artes











UM DIA NO CIRCO

Uma ótima pedida para esse mês é levar as crianças ao circo!!!


O circo Maximus está temporariamente no estacionamento do Shop Taboão, uma ótima ideia aos professores  que querem fazer uma aula passeio, levar as crianças para assistir a um espetáculo sem dúvida os deixariam radiantes.
Ir ao circo com os alunos pode abrir um leque de opções para se trabalhar ótimos temas como literatura, cultura, história,matemática, artes, educação física, entre outros em sala de aula, sem contar a incrível e alegre experiência que fica para as crianças contar depois.
                                                        Vale conferir!!!!

http://www.circomaximus.com.br/
       Circo Maximus

domingo, 18 de maio de 2014

AVALIAÇÃO

"Elaboração e organização de instrumentos de

acompanhamento e avaliação da aprendizagem

e desenvolvimento das crianças"

        
 
 
*Adrianne Ogêda Guedes*
       Revista Criança
 
Hoje vamos discutir o sentido de avaliar na educação. 
A avaliação sempre estará presente  em nossa prática educativa, 
inclusive nos momentos de inserção de novas crianças e ao longo 
de nossos planejamentos. 
A cada decisão, cada planejamentos e até nossa postura como professor deve ser constatemente avaliada e repensada, para que sempre que for necessário seja melhorada.
A avaliação é, portanto, um ato que sugere movimento,reflexão e transformação.
É importante ressaltar que a avaliação não é um instrumento para medir o quanto a criança aprendeu nem tampouco é uma forma de julgar, reprovar ou aprovar uma criança. A avaliação, que de fato contribui para o crescimento da criança e para o trabalho do professor, precisa ser mediadora e acolhedora. É ela que possibilitará
o acompanhamento da criança em todos os momentos vividos na Educação
Infantil,contribuindo com seu avanço na ampliação do conhecimento de si e do mundo.Acompanhar o desenvolvimento da criança ajuda o professor a rever e aprimorar seu trabalho. Neste sentido avaliar a criança nos leva também a avaliar nossa própria ação pedagógica e também a instituição na qual estamos inseridos. Afinal, avaliar é o movimento de pensar tudo que envolve nossa prática e buscar caminhos de torná-la cada vez mais coerente e mais contextualizada.
A professora Jussara Hoffmann – muito conhecida por suas pesquisas sobre o
tema da avaliação educacional – afirma que: “A avaliação deve ser entendida 
como uma prática investigativa e não sentenciva, mediadora e não constatativa. 
Não são os julgamentos que justificam a avaliação, as afirmações inquestionáveis sobre o que a criança é ou não é capaz de fazer.” (2000: 15). Portanto, não devemos avaliar as crianças para classificá-las,julgando o que sabem ou não sabem fazer, padronizando comportamentos, constatando apenas as suas “capacidades”, quantifi cando seus saberes e apontando seus erros. Sua história deve ser considerada, as conquistas valorizadas, as descobertas apreciadas. Para
Hoffmann, a avaliação é uma forma de conhecer/investigar o movimento 
das crianças e, a partir desta investigação, pensar formas de intervenção
que possam favorecer o desenvolvimento e a ampliação dos conhecimentos da criança. Avaliar é comprometer-se com a criança, seu sucesso e suas
conquistas.Por isso, é fundamental estudarmos mais sobre o desenvolvimento infantil. Muitas vezes as crianças com as quais trabalhamos nos surpreendem com respostas inusitadas que nos mostram o quanto elas pensam sobre o mundo à sua
volta, bem como as ligações entre os diversos conhecimentos que vão 
construindo na relação com os elementos da cultura, com seus parceiros
e com o ambiente. A escuta do ponto de vista da criança é, portanto, 
fundamental! Ela nos revela muito, por um lado, sobre quem é aquela criança,
quais são as suas vivências e experiências e, por outro, so-
bre a lógica infantil.
As falas de nossas crianças nos fornecem preciosas pistas sobre suas 
hipóteses, suas idéias próprias e, partindo do que elas pensam, podemos
desafiar o avanço de seus conhecimentos com atividades 
interessantes e instigantes. Tal qual “detetives”, precisamos olhar, escutar, 
 observar com atenção o que nossas crianças demonstram, o que lhes chama a atenção. Isto nos fornece elementos não só para compreender mais sobre cada uma delas, mas também para que possamos planejar nosso trabalho. Se soubermos os interesses, curiosidades, dúvidas, difi culdades de nossas crianças, podemos pensar em propostas que vão ao encontro delas.
Um aspecto significativo da prática avaliativa é o registro(escrito, fotográfico, 
ou outro). Registrar o vivido pela criança permite que acompanhemos suas 
conquistas e avanços. É importante termos em vista que não podemos nos 
basear apenas na nossa memória, porque ela é muitas vezes falha. 
Se não registramos nossas experiências corremos o risco de esquecer detalhes preciosos do vivido!
Se surgem curiosidades sobre algum assunto por parte das crianças,se 
registramos suas perguntas, podemos, em outro momento, buscar fontes 
de consulta para alimentar o trabalho. O professor não precisa ter todas 
as respostas!
Ele é na verdade um pesquisador que vai buscando dia a dia ampliar também 
 seus recursos e conhecimentos, junto com suas crianças. 
O professor é alguém que questiona, que organiza o grupo em 
torno das necessidades e curiosidades que surgem. Mais experiente, 
vai sugerindo caminhos, desdobramentos, desenvolvimentos a partir das 
idéias e sugestões infantis.
Enfim, avaliar é abrir uma janela para compreender mais profundamente 
nossas crianças e a nós mesmos. Assim teremos recursos para aprimorar 
a educação e fazê-la mais e mais uma experiência rica e signifi cativa para 
crianças e professores.
Artigo retirado da Revista Criança

segunda-feira, 5 de maio de 2014


Sinônimo de avaliação formativa ou contínua, ela indica a prática de examinar a aprendizagem ao longo das atividades realizadas em sala de aula.
Entenda a fundo o que é e como implantar este tipo de avaliação com sua turma. A reportagem traz ainda exemplos de avaliação processual:
  • Na pré-escola, com análise de desenhos
  • No Fundamental 1, com revisão de textos em duplas
  • No fundamental 2, com leitura e produção de textos em História
NA REVISTA DIGITAL: Outras produções de alunos ligadas à avaliação processual
Vale a pena conferir!

http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-impressas/revista-nova-escola-indice-abril-2014-779668.shtml
"Se viver é a maior escola, a vida é a grande sala de aula, na qual se aprende a qualquer momento, em qualquer lugar e, muitas vezes, com qualquer pessoa."(Desconheço o autor)